Dono de loja de fogos que explodiu em Santo André se apresenta à polícia

SANTO ANDRÉ - O dono da loja de fogos de artifício que explodiu na última quinta-feira, em Santo André, no ABC paulista, apresentou-se na manhã desta segunda-feira à Polícia Civil. A tragédia matou duas pessoas e feriu pelo menos 12, além de deixar cerca de cem desalojadas.

Redação com agências |

  • São Paulo intensifica fiscalização na venda de fogos
  • Explosão deixa mortos e feridos no ABC

    Futura Press
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    Dono de loja que explodiu em
    Santo André se apresenta à polícia

    Sandro Castelani, proprietário do estabelecimento comercial, chegou ao 3º Distrito Policial de Santo André acompanhado de uma mulher, que pode ser sua esposa Conceição Aparecida Fernandes, por volta das 10h30. Com ele, também estava o advogado Cláudio Carvalho.

    A apresentação do casal estava sendo aguardada pelo delegado titular Alberto José Mesquita Alves, do 3º Distrito Policial de Santo André, desde domingo, quando Luciano Fernandes, sobrinho do dono da loja, disse que seu tio iria se apresentar nesta segunda-feira à polícia.

    Segundo a polícia, o casal deve ser indiciado por crime de explosão e por todas as consequências decorrentes da tragédia, como danos materiais, lesão corporal e dois homicídios.

    Explosão

    A explosão aconteceu por volta das 12h45 da última quinta-feira, dia 24, em uma loja de explosivos localizada na rua Américo Guazzelli, que pertencia a Sandro Luiz Castellani.

    No acidente morreram Ana Maria de Oliveira Martins, de 58 anos, empregada da família de Sandro, e o primo de Sandro, Denian Castellani, de 41 anos. Outras 12 pessoas ficaram feridas.

    O impacto da explosão foi tão forte que, segundo o Corpo de Bombeiros, foram causados danos em um raio de 80 metros. Quatro quarteirões em torno da rua Américo Guazzelli foram isolados.  

    Cerca de 70 agentes da Guarda Municipal de Santo André trabalharam no resgate junto a outros 35 profissionais da Defesa Civil, 30 do Serviço de Saneamento Ambiental, além de 12 viaturas do Samu, 20 agentes de trânsito e cães farejadores.

    Trinta casas tiveram de ser isoladas, mas, após perícia, a Defesa Civil liberou 21 imóveis. Entre as interditadas, quatro foram demolidas.

    Segundo a Prefeitura, a loja não tinha alvará para a venda de fogos de artifício. 


  • Local da explosão de uma loja de fogos de artifício em Santo André / AE

    (*com informações das agências Estado e Futura Press)

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