DNA confirma envolvimento de homem em morte de remadora do Flamengo

RIO DE JANEIRO - A Polícia confirmou o envolvimento de um homem de 41 anos, preso em dezembro por suspeita de estupro, na morte da remadora do Flamengo, Priscila da Silva Souza, através de um exame de DNA. As informações são da assessoria de imprensa do clube. Priscila foi encontrada morta em um matagal no Parque da Cidade há cerca de dois meses.

Redação |

Divulgação

Priscila Souza, de 26 anos

Francisco Itamar Nonato Pedrosa teve sua prisão decretada em dezembro após ter sido agarrado por moradores do Parque da Cidade e levado ao 23º Batalhão de Polícia Militar (BPM). Ele teria sido identificado por uma vítima de 52 anos, que diz ter sido violentada. Pedrosa foi associado à morte de Priscila diante do retrato falado feito por pessoas que passaram pelo local onde ela foi encontrada morta.

A remadora estava desaparecida desde sua participação de um circuito de treinamento na Estrada das Paineiras, próximo ao Corcovado, quando seu corpo foi encontrado. Segundo a polícia, o corpo achado estava nu e com marcas de violência.

Desaparecimento

De acordo com a mãe da vítima, Hilka Maria de Souza, a remadora foi vista por ela e por amigos da atleta indo para casa depois do treinamento. Ao retornar a sua residência, a mãe estranhou ao não encontrar a filha. Na terça-feira, um tio da jovem encontrou o corpo da vítima.

Segundo o técnico de remo do Flamengo, Marcos Amorim, Priscila estava sendo preparada para estrear na primeira Regata do Estadual de Remos 2009, no barco Four Skiff Feminino-Estreante. Priscila foi enterrada no cemitério São João Batista, em Botafogo, sob uma salva de palmas.

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