DJ mais famoso do Brasil é acusado de pedofilia

O músico DJ Marlboro, expoente do funk carioca e mais famoso DJ do Brasil, é acusado por uma família de Belo Horizonte de abusar sexualmente de G., uma menina de quatro anos.

Redação com Agência Estado |

Ele nega que tenha tido qualquer contato próximo com a menina e disse que os pais dela têm objetivo de ganhar dinheiro às custas da história. "Acho que eles armaram esse circo para me incriminar, me condenar e depois pedir indenização", disse Marlboro, que se chama Fernando Luiz da Matta, tem 45 anos e trabalha com música há 30.

O DJ não quis dar muitos detalhes sobre o processo, pelo fato de ele correr em segredo de justiça, mas fez questão de rebater as declarações da mãe de G., que deu várias entrevistas sobre o suposto abuso.

Philippe Lima/AgNews

O DJ em foto de arquivo
"Eles estão falando, falando, expondo a filha deles, e eu não posso falar nada... A polícia veio aqui em casa, levou três computadores, pen drives, grampeou meus telefones por quatro ou seis meses, de casa, da empresa, celulares, e não achou nada. Tem foto de mulher pelada; qual é o computador de homem que não tem? Mas de criança, não", afirmou, referindo-se à acusação de que teria fotografado relações sexuais com G.

"Nas minhas ligações, só pegaram coisa positiva, eu dando bons conselhos, falando contra a pornografia no funk. Os laudos no corpo da criança não deram nada. Talvez os pais estejam desesperados e por isso foram à imprensa", continuou Marlboro. "O parecer psicológico da Justiça daqui mostra como ela é induzida pelos pais. Na Justiça já está claro que eu sou inocente", afirma.

A mãe de G. não foi encontrada nesta quinta pela reportagem em seu local de trabalho, informaram que ela não havia ido; em casa, a empregada disse que nem ela nem o marido estavam. Aos jornais cariocas "Extra" e "O Dia", ela deu um relato impressionante.

"Quando ela chegou e começou a demonstrar através de gestos uma relação sexual, imitou, pegou a cabeça do irmão colocou no meio da perna dela, e falou 'O Fernando fez assim comigo', eu passei a não ter dúvida. Ela é a única pessoa que estava presente que falou. A psicóloga tem um relatório que faz parte do processo que fala que houve abuso do tipo sensorial. Ela tem dificuldade de tocar no assunto, porque isso é uma ferida. Evita falar, sofre, não dorme. Eu tenho medo do futuro da minha filha. Eles são doentes. Eu quero punição", disse.


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