protestou contra a convocação da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para explicar o suposto dossiê com gastos do governo Fernando Henrique Cardoso com cartões corporativos, e conseguiu reverter a decisão. A Comissão de Serviços de Infra-Estrutura da Casa aprovou um requerimento para convocar a ministra para falar sobre obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)." / protestou contra a convocação da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para explicar o suposto dossiê com gastos do governo Fernando Henrique Cardoso com cartões corporativos, e conseguiu reverter a decisão. A Comissão de Serviços de Infra-Estrutura da Casa aprovou um requerimento para convocar a ministra para falar sobre obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)." /

Dilma terá que depor no Senado, mas não sobre o dossiê

BRASÍLIA - O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/04/03/governo_reage_e_quer_impedir_convocacao_de_dilma_rousseff_1256781.htmlprotestou contra a convocação da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para explicar o suposto dossiê com gastos do governo Fernando Henrique Cardoso com cartões corporativos, e conseguiu reverter a decisão. A Comissão de Serviços de Infra-Estrutura da Casa aprovou um requerimento para convocar a ministra para falar sobre obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Agência Estado |

O presidente da comissão, senador Marconi Perillo (PSDB-GO), havia então colocado um aditamento para que ela também desse explicações sobre o suposto dossiê. Porém, sob protestos do governo, o aditamento foi retirado.

Segundo a Agência Senado, Jucá afirmou que a comissão não tem atribuição regimental para discutir a questão dos gastos com cartões ou o vazamento de dados sobre o governo tucano. Para ele, essa função é da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Cartões Corporativos.

Ao final da reunião, Perillo afirmou que encaminhará o ofício de convocação ao ministério. De acordo com ele, Dilma Rousseff terá, então, 30 dias para cumprir a convocação sob pena de incorrer em crime de responsabilidade, como consta na Constituição. As informações são da Agência Senado.

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