Dilma, Serra e Aécio vão estrelar programas partidários

A mais de um ano do início do horário eleitoral gratuito para a corrida presidencial de 2010, PT e PSDB já preparam o teste de vídeo dos cotados à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os nomes citados como possíveis candidatos dos dois partidos - a chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, no PT, e os governadores José Serra (SP) e Aécio Neves (MG), no PSDB - vão estrelar os programas partidários que serão veiculadas em maio e junho, no rádio e na televisão.

Agência Estado |

As peças - que de tempos em tempos servem de base para ações judiciais, quando usadas como canal para propaganda eleitoral fora do prazo - começaram a ser veiculadas no início do ano. A legislação que trata do assunto prevê que o conteúdo deve se restringir a temas partidários, como a difusão do programa da sigla. No caso do PT, o vídeo de 10 minutos vai ao ar em 28 de maio. Já o filme tucano será transmitido em 25 de junho, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Adiantado nos preparativos, o PT diz estar blindado contra eventuais acusações de adversários de promover antecipadamente sua candidata. Apesar de Dilma liderar a lista de estrelas do filme, junto com o presidente Lula, ela dividirá as atenções com outros ministros - Paulo Bernardo, do Planejamento, e Guido Mantega, da Fazenda, já gravaram suas participações. Na lista de protagonistas, está ainda o presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP). Todos falarão sobre temas como crise, Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e bandeiras da administração federal.

No PSDB, os preparativos estão menos avançados, mas o plano é exibir Serra e Aécio. Tucanos pretendem levar ao ar um programa com conteúdo popular, antecipando de certa forma o que será a estratégia para fazer frente a Dilma na disputa presidencial. A proposta é que Serra e Aécio falem sobre suas principais obras nos Estados, como projetos em infraestrutura. De forma leve, sem usar jargão técnico, dirão que o PSDB sabe usar o dinheiro público e que, num momento de crise, investimentos podem evitar que o País entre num atoleiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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