Dilma reluta em admitir que será candidata em 2010

BRASÍLIA - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, esquivou-se de responder se será a candidata do governo para garantir a implantação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Afirmou, no entanto, que o governo vai querer, sim, ter um candidato que garanta que o país não sofra nova descontinuidade de investimentos.

Valor Online |

Diante da insistência de uma jornalista que queria saber se a ministra é ou não candidata à disputa presidencial de 2010, Dilma respondeu: "Minha querida, esta resposta você não tira de mim nem amarrada."
Durante a solenidade de balanço do PAC no Palácio do Planalto, que contou com a presença de vários ministros cujas áreas estão envolvidas nas obras de infraestrutura do programa, Dilma rebateu críticas às ações do governo. "O PAC não é uma lista de obras, nem é só papel; é um projeto de desenvolvimento para o Brasil."
A ministra informou que, desde de 2007, cerca de 270 obras do PAC já foram concluídas ou estão em fase de conclusão.

A exemplo do ministro da Fazenda, Guido Mantega, Dilma destacou que, apesar de não ter sido concebido com tal finalidade, "o PAC é um instrumento anticrise e um dos principais mecanismos da política do governo relativa à crise internacional".

(Azelma Rodrigues | Valor Online)

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