Dilma defende que todas as empresas adotem a licença-maternidade de seis meses

A ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, defendeu nesta terça-feira no Congresso Nacional a licença-maternidade de seis meses no serviço privado. A determinação já é obrigatória para o serviço público e opcional para empresas privadas que fazem parte do Programa Empresa Cidadã.

iG São Paulo com Agência Brasil |

Acatamos a lei da senadora Patrícia Saboya [PDT-CE] que torna obrigatória no serviço público a licença-maternidade de seis meses e lutamos para que as empresas também acatem essa medida, afirmou em sessão plenária em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta segunda-feira.

Agência Brasil
Os presidentes da Câmara, Michel Temer, do Senado, José Sarney, e a ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, durante sessão solene do Congresso
Dilma Rousseff contou que será avó em setembro e afirmou que sabe o quanto a maternidade traz de compreensão às mulheres. Acho lastimável que essa mesma maternidade possa ser usada para desqualificar profissionalmente as mulheres, acrescentou.

A luta das mulheres brasileiras na sociedade, na família e no trabalho tem sido secular. Temos plena consciência hoje de que não nascemos para sermos discriminadas. Nascemos para ter os mesmos direitos, oportunidades para receber tratamento igual na vida, na família, na sociedade e no mundo do trabalho, para viver plenamente, completou.

A proposta de emenda à Constituição que determina a licença-maternidade de seis meses no serviço privado está pronta para votação no plenário da Câmara. A proposta também concede o mesmo período de licença para mulheres que adotarem crianças ou adolescentes.

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