Dilma defende divulgação posterior de dados sigilosos

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, defendeu hoje, em audiência pública na Comissão de Infra-Estrutura do Senado, a divulgação posterior de dados que em algum momento são considerados sigilosos. Ela não disse qual prazo seria adequado para que esse tipo de informação fosse levada a público, mas lembrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que, no primeiro dia em que deixar o cargo, vai autorizar que se tornem públicas as informações relativas ao cartão corporativo da Presidência.

Agência Estado |

A ministra voltou a dizer que a Casa Civil não produziu um dossiê e ressaltou que a discussão se é banco de dados ou dossiê "não é meramente de nomes".

Dilma disse ainda que os dados que são considerados sigilosos não são livres de fiscalização, já que são auditados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A ministra também afirmou que a discussão sobre o uso do cartão corporativo não pode tirar de foco a melhora que ele trouxe na questão do controle e transparência dos gastos públicos.

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