A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse nesta quinta-feira, em visita ao Rio Grande do Sul, que não vai recusar apoio de nenhum candidato e admite subir em dois palanques no Estado. Lá, os dois principais partidos de sustentação à sua candidatura terão candidatos próprios: José Fogaça Júnior (PMDB) e Tarso Genro (PT)." / A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse nesta quinta-feira, em visita ao Rio Grande do Sul, que não vai recusar apoio de nenhum candidato e admite subir em dois palanques no Estado. Lá, os dois principais partidos de sustentação à sua candidatura terão candidatos próprios: José Fogaça Júnior (PMDB) e Tarso Genro (PT)." /

Dilma admite subir em dois palanques no Rio Grande do Sul

http://images.ig.com.br/ult_us/selo_eleicoes.jpg align=leftA pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse nesta quinta-feira, em visita ao Rio Grande do Sul, que não vai recusar apoio de nenhum candidato e admite subir em dois palanques no Estado. Lá, os dois principais partidos de sustentação à sua candidatura terão candidatos próprios: José Fogaça Júnior (PMDB) e Tarso Genro (PT).

Andréia Sadi, enviada ao Rio Grande do Sul |

A dupla candidatura de aliados do governo é um dos principais problemas da pré-campanha da petista. Só com o PMDB, considerado o maior aliado, o PT enfrenta dificuldades em dez Estados. A ex-ministra da Casa Civil disse acreditar que esses obstáculos serão superados e reafirmou que a vaga de vice em sua chapa será destinado a um peemedebista.

AE
Dilma Rousseff é cumprimentada pela deputada federal Manuela d´Ávila ao chegar à Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre, nesta quinta
A gente está em fase de resolução dos problemas PT-PMDB nacionalmente agora. Havendo isso, e eu tenho certeza de que haverá, todo o projeto que eu represento acha que é fundamental a vice-presidência ser de um militante, dirigente ou integrante do PMDB, disse a ex-ministra. O nome mais cotado para o posto é o do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP).

A ex-ministra voltou a defender a bandeira de que representa a continuidade do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Sem se referir ao pré-candidato tucano José Serra, ela disse que sua campanha não irá focar na biografia dos candidatos e que faz questão de comparar o passado ao trazer para o debate as figuras de Lula e FHC. Serra tem dito em seus discursos, mesmo que de maneira indireta, que é mais preparado para administrar o Brasil e que a eleição se dá entre os candidatos atuais e não em relação a gestões passadas. Dilma tem por objetivo se vincular e aproveitar o alto grau de popularidade do presidente Lula.

Meu passado recente que ninguém pode apagar é que sou membro do governo Lula. Eu tenho credencial para provar que fiz parte disso, disse a ex-ministra, que elencou como feitos seus dentro da atual administração a gerência dos programas Luz Para Todos, PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), Minha Casa, Minha Vida, além de ter participado da decisão de todos os reajustes do Bolsa-Família. Eu tenho credencial para dizer: eu fiz.

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