Detentos de dois pavilhões (II e V) da Penitenciária Lemos Brito (APLB), em Salvador, iniciaram uma rebelião no final da manhã de hoje. Dois agentes penitenciários foram feitos reféns.

Outras 177 pessoas, parentes dos internos amotinados, que visitavam os presos permanecem no interior da penitenciária, mas a polícia não sabe informar se elas também são mantidas reféns ou se recusam a sair, com o objetivo de garantir a integridade física dos internos.
Conforme o coordenador do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado, Roquildes Ramos Silveira, são 137 mulheres, 27 crianças e 13 homens. Eles deveriam ter deixado o local por volta das 16h30 (horário local), quando termina a visita.

Os presos exigem a saída do novo diretor da penitenciária, Isidoro Orge Rodrigues, definido como linha-dura, assim como a volta de dois dos 12 detentos transferidos na semana passada - André Francisco, o Bilu, e Edson Conceição -, para a Unidade Especial Disciplinar (UED), por determinação da juíza da Vara de Execuções Penais, Andremara dos Santos.

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