BRASÍLIA - O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Leonardo Prudente (DEM), guardava propina nas meias e nos bolsos do paletó. É o que consta do depoimento do ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa ao Ministério Público, que deflagrou a operação Caixa de Pandora nesta sexta-feira.

De acordo com o depoimento que consta do inquérito obtido pelo iG, Prudente aparecer em dois vídeos recebendo R$ 25 mil em cada vez. Durval afirma que o dinheiro foi pago no curso da campanha eleitoral de 2006, para que o deputado apoiasse o então candidato ao governo do DF José Roberto Arruda.

No depoimento, Durval ainda afirma que Leonardo Prudente comanda o DETRAN-DF por meio de parentes e aliados, com a finalidade de desviar dinheiro público. E que o presidente da Câmara pratica extorsão contra empresários que disputam licitação no Distrito Federal.

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