O deputado federal Vilson Covatti (PP-RS) desistiu do artifício que havia montado para manter familiares trabalhando em seu gabinete e demitiu Eliana de Fátima Dolina Franciscatto e Mauren Ângela Lorini Franciscatto, mulheres de seus cunhados Sandro Roberto Franciscatto e Júlio César Franciscatto. A decisão foi tomada após consulta a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que confirmaram restrições às contratações.

Sandro e Júlio trabalhavam com Covatti havia 13 anos e foram demitidos depois que a Súmula Vinculante Número 13 exigiu o afastamento dos parentes de parlamentares. Como queria continuar com sua equipe de confiança, o deputado contratou as mulheres de seus dois cunhados. A idéia era que elas fossem ajudadas por seus maridos na execução de suas tarefas.

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