Deputada desiste de ser relatora do processo de cassação de Álvaro Lins

RIO DE JANEIRO - Poucas horas depois de ter sido escolhida por sorteio pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro para ser a relatora do processo de cassação do deputado Álvaro Lins (PMDB), a deputada Aparecida Gama decidiu desistir do cargo.

Redação com Agência Brasil |

AE
Lins pode ter seu mandato cassado
Em ofício ao Conselho de Ética, a parlamentar disse estar impedida para exercer a função. No documento, Aparecida Gama afirmou que, por ser líder do PMDB, o deputado Álvaro Lins é, por conseqüência, um dos seus liderados.

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar marcou para esta quinta-feira reunião para decidir o que será feito diante da desistência da parlamentar.

Alvo da Operação Segurança S.A., da Polícia Federal, ele chegou a ser preso há duas semanas sob a acusação de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha armada. Segundo a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, o ex-chefe de Polícia Civil do Rio no governo de Rosinha Matheus liderou um grupo de policiais que loteava delegacias e arrecadava propinas entre empresários e bicheiros. O ex-governador Anthony Garotinho também foi denunciado, como responsável pelo suporte político do grupo na cúpula da Polícia Civil.

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