Depois de anexo, Assembleia de SP prevê nova obra

A Assembleia Legislativa de São Paulo nem bem concluiu o polêmico edifício anexo de gabinetes, mais de dois anos e meio atrasado e com custo 177% acima do previsto - R$ 28,8 milhões -, e já prepara nova obra para 2010. A Casa reservou R$ 5 milhões para reformas e ampliação das instalações do Palácio 9 de Julho, o prédio-sede, na região do Ibirapuera, na zona sul da capital paulista.

Agência Estado |

O gasto está previsto na proposta orçamentária enviada pelo governador José Serra (PSDB) ao Legislativo há duas semanas. A peça está sendo analisada pelos deputados estaduais, que podem modificá-la - apresentando emendas parlamentares - e devem aprová-la até 31 de dezembro. Até lá, os valores estão sujeitos a alterações.

A obra será feita para ampliar e modernizar os gabinetes do prédio-sede desocupados pelos deputados que se mudaram para o anexo. O objetivo é padronizar as salas dos parlamentares, deixando os antigos gabinetes, construídos há 40 anos, com o mesmo tamanho e layout dos novos. O anexo foi concluído este mês e tem 54 gabinetes, que passaram a ser ocupados em julho.

"O que aconteceu foi que ficamos com gabinetes no prédio novo com dimensão maior e outro layout, que exige uma adaptação no prédio antigo", afirmou o primeiro secretário da Casa, Carlinhos Almeida (PT). Mesmo com a verba reservada para a obra no Orçamento de 2010, ele disse que ainda não está decidido se a reforma será feita mesmo no ano que vem. "Ainda não sabemos qual o orçamento que a Assembleia terá no ano que vem e se haverá tempo para todo o projeto e a licitação." As informações são do Jornal da Tarde .

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