SÃO PAULO - A polícia adiou os depoimentos do pai e da irmã de Alexandre Nardoni, indiciado na sexta-feira pela morte da menina Isabella, que seriam realizados na tarde deste sábado no 9º Distrito Policial, localizado no bairro do Carandiru, zona norte de São Paulo (http://megaplayer.ig.com.br/home.aspx?autoplay=true&contentid=122972 target=_topveja vídeo)

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A nova data ainda será marcada, mas a polícia estuda ouvi-los na próxima terça-feira.

No interrogatório, Cristiane Nardoni (irmã de Alexandre) deve esclarecer as informações de que teria recebido um telefonema de seu pai na noite do crime e em seguida dito uma frase que comprometeria seu irmão. Na ocasião, ela estava em um bar com música ao vivo.

Isabella morreu no dia 29 de março, após ser jogada do 6º andar do prédio onde o pai, Alexandre Nardoni, mora com a mulher, Anna Carolina e os dois filhos do casal.

O caso

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Isabella era filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira. A cada 15 dias, ela visitava o pai e a madrasta Anna Carolina Trotta Peixoto.

No sábado, dia 29 de março, a garota foi encontrada morta no jardim do prédio em que o pai mora. A polícia descartou desde o princípio a hipótese de acidente. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, declarou que Isabella foi jogada da janela do apartamento por alguém.

O delegado destacou o fato de a tela de proteção da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences no local.

O pai teria alegado à polícia que um homem invadiu o seu apartamento. Ele e Anna Carolina afirmam ser inocentes e, por meio de cartas, disseram esperar que "a justiça seja feita".

(*com informação da Agência Estado)

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