O DEM terá duas propostas na reunião de hoje de sua Executiva Nacional para definir o destino do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, acusado de comandar esquema de arrecadação e distribuição de propinas a aliados. A primeira delas, majoritária neste momento, é a que prevê a abertura do processo de expulsão, mas com direito de defesa do governador no prazo de 8 dias.

Após esse tempo, o relator do caso terá que apresentar seu parecer, que será julgado, no máximo, até o dia 15 de dezembro.

No entanto, a abertura do processo não significa que Arruda será expulso. Se os dirigentes do DEM considerarem suas explicações convincentes, o governador poderá até ser absolvido ou receber punições mais brandas, como advertência ou suspensão.

A segunda opção que será discutida pelos dirigentes do DEM é a expulsão imediata, por meio de um rito sumário. Essa proposta, hoje, é defendida por alguns senadores como Demósthenes Torres (GO) e José Agripino Maia (RN). A reunião da Executiva está marcada para a tarde de hoje na sede do partido.

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