Delegado decide manter sigilo no caso Isabella

O delegado Calixto Calil Filho, do 9º Distrito Policial, que investiga a morte da menina Isabella Nardoni, decidiu hoje manter o sigilo no inquérito policial que investiga o caso. A decisão foi divulgada horas após o Tribunal de Justiça de São Paulo anunciar a suspensão da medida judicial que determinava o sigilo do inquérito.

Agência Estado |

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a lei permite que o delegado decida pela adoção do sigilo mesmo quando a decisão judicial recomenda o contrário. A quebra de sigilo foi autorizada pelo juiz da 2ª Vara do Júri de São Paulo, Mauricio Fossen.

Segundo a SSP, Calil Filho decidiu adotar o procedimento, que está previsto no artigo 20 do Código de Processo Penal e que trata sobre a fase de inquérito policial, e diz que "a autoridade assegurará no inquérito o sigilo necessário à elucidação do fato ou exigido pelo interesse da sociedade". Segundo a secretaria, isso significa que, para a polícia, nada mudou e tudo continua sob sigilo.

A menina Isabella foi encontrada morta no dia 29 de março no jardim do prédio em que mora seu pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Jatobá. O casal cumpre prisão temporária determinada pela Justiça.

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