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Defesa tenta anular de novo julgamento de Suzane

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) analisa novo pedido da defesa de Suzane von Richthofen para anular o julgamento que a condenou pelo assassinato dos pais, ocorrido em 2002. O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou parecer afirmando que não existe a violação legal apontada pela defesa de Suzane e, por isso, o habeas-corpus não deve ser conhecido.

Agência Estado |

No habeas-corpus encaminhado ao STJ, a defesa alega que, como a sentença de pronúncia não havia transitado em julgado (dela ainda caberia recurso), o júri popular não poderia ter acontecido.

De acordo com o parecer do MPF, o recurso que ainda caberia contra a pronúncia não teria efeito de suspender o julgamento. Para o MPF, se pretendesse impedir o julgamento marcado, a defesa de Suzane deveria, à época, ter apresentado uma medida cautelar para conferir efeito suspensivo ao recurso, o que não foi feito. Após a condenação, a defesa apelou ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), alegando a nulidade do júri.

O TJ-SP atendeu parcialmente o pedido, reduzindo a pena para 38 anos e seis meses, mas rejeitou a nulidade do julgamento. O habeas-corpus ao STJ, pede novo julgamento do recurso e que Suzane possa recorrer em liberdade. As informações são do Superior Tribunal de Justiça.

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