Defesa de Expedito e Cassol ganha nova versão

A defesa do senador Expedito Júnior (PR-RO) aposta em um depoimento dado na sexta-feira (12) por um ex-funcionário da Assembleia Legislativa de Rondônia à Polícia Federal em Brasília para reverter o processo de cassação do parlamentar, determinado pela Justiça eleitoral. O julgamento do senador, acusado de compra de votos nas eleições de 2006, está marcado para amanhã (16) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Condenado pelo TRE-RO, Expedito se mantém no cargo graças a liminares judiciais.

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No depoimento, um ex-funcionário da Assembleia, o estudante Rodrigo Batista Balcazar, assume ter arregimentado funcionários de uma empresa de vigilância que trabalhavam como cabos eleitorais do senador para denunciá-lo por compra de votos. Balcazar diz ter agido a pedido do então presidente da Casa, Carlão de Oliveira, preso naquele ano pela Polícia Federal, na Operação Dominó, em favor do segundo colocado na disputa ao Senado, Acir Gurgacz (PDT). A defesa do senador também anexou às provas áudios e vídeos em que os autores das denúncias, sem saberem que estão sendo gravados, admitem ter participado de uma farsa.

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