O diretório do PDT do Rio Grande do Sul apoia a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas irregularidades no governo de Yeda Crusius (PSDB), mas não vai obrigar os seis deputados estaduais do partido a assinarem o requerimento. A decisão foi tomada em reunião extraordinária na noite de hoje, e na prática reduz ainda mais as chances de abertura da investigação.

Os deputados Kalil Sehbe, Giovani Cherini e Gerson Burmann já haviam se manifestado contrários à proposta e só admitem mudar de posição se houver fato novo nas próximas semanas. Seus colegas Paulo Azeredo, Gilmar Sossela e Adroaldo Loureiro já haviam assinado o pedido.

O requerimento elaborado pelas bancadas do PT, PSB e PC do B começou a circular na Assembleia Legislativa no dia 12 de maio e, mesmo com as três adesões que já tinha do PDT e duas do DEM, só conta 17 das 19 assinaturas necessárias para a CPI ser aprovada.

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