De olho em 2010, Dilma aposta em simpatia para repetir Lula

BRASÍLIA - No País que ocupa o segundo lugar no ranking mundial de cirurgias plásticas, um procedimento em especial está em posição de destaque em jornais e revistas desde o último dia 12 deste mês. E, ao contrário do que geralmente se espera, a intervenção em questão não foi publicada em páginas destinadas a reportagens sobre beleza, saúde, ou celebridades siliconadas que se preparam para o Carnaval. Foi no noticiário político que o já famoso lifting da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, ganhou destaque.

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Tamanho alvoroço sobre as mudanças na fisionomia da autoridade política que desfruta da alta confiança do presidente Lula pode ser atribuído a diversos fatores. O principal deles gira em torno da possível candidatura de Dilma à presidência da República em 2010. A plástica sinalizaria uma tentativa da ministra, batizada pelo presidente como mãe do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), de parecer mais simpática aos olhos do eleitorado.

Dilma Rousseff exibe uma fisionomia nitidamente mais amena e menos sisuda do que a anterior. Ela perdeu a cara de professorinha má, compara, com humor, o marqueteiro político Carlos Brickmann.

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