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David Goldman diz que S. ainda não o chamou de papai

O americano David Goldman, de Nova Jersey, que venceu uma longa batalha judicial e finalmente pôde levar para casa seu filho S., depois de cinco anos no Brasil, disse que o menino ainda não o chama de papai.

Agência Estado |

David voltou com o filho, agora com nove anos, aos Estados Unidos na véspera do Natal, após ter vencido a disputa pela tutela do menor.

Em entrevista exibida hoje no programa Today, da emissora de televisão NBC, David disse que S. está contente em estar com ele, mas ainda precisa de tempo para se acostumar com seu entorno familiar. David afirmou ter dito a S. que o garoto pode chamá-lo de "papai", mas que o menino não respondeu.

A saga começou em 2004, quando a então mulher de David, a brasileira Bruna Bianchi, levou o filho, então com quatro anos, para o Brasil. Bruna Bianchi se divorciou do americano no Brasil e se casou com o advogado Paulo Lins e Silva. Ela morreu em 2008, quando deu à luz uma menina.

Goldman se reencontrou com o filho na última quinta-feira no Rio de Janeiro, quando deixaram o País. A NBC pagou os custos de um avião fretado para que eles regressassem aos EUA. Por enquanto, David e S. estão na Flórida com parentes.

Após a morte de Bruna Bianchi, o caso começou a chamar a atenção da imprensa nos dois países. O padrasto do garoto iniciou uma batalha legal e obteve a custódia temporária do menino. Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) ordenou à família que devolvesse o menino ao pai.

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