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Daniel vai protagonizar remake de O Menino da Porteira

O cantor Daniel vai protagonizar o remake de O Menino da Porteira no papel do boiadeiro Diogo, vivido por Sérgio Reis na versão de 1976. A produção do longa acontece nas proximidades de Brotas, no interior de São Paulo.

Agência Estado |

Filme deve estrear no segundo semestre e tem ainda Vanessa Giácomo e José de Abreu no elenco. Na última sexta-feira, o Jornal da Tarde acompanhou um dia de gravação e ficou evidente a empolgação em torno do filme, que, acreditam os produtores, pode repetir o sucesso de Dois Filhos de Francisco.

Mais: com o filho do seu José Sebastião Camillo no papel principal, o novo O Menino da Porteira tem a missão de reproduzir a bilheteria da antiga versão, que levou mais de 4 milhões de pessoas ao cinema. A reunião do diretor Jeremias Moreira com o produtor Moracy do Val, do filme original, indica que a versão 2008 pode até superar a primeira. “É impressionante como foi boa a receptividade do mercado investidor”, comemora Moracy. “Após o sucesso de Dois Filhos de Francisco, vimos que há uma demanda reprimida por longas da cultura popular.” O Menino tem entre os apoiadores a Columbia Pictures, que também patrocinou a biografia de Zezé di Camargo & Luciano.

A expectativa e as intenções grandiloqüentes fizeram com que o elenco tivesse uma dedicação incomum. Daniel precisou conciliar o lançamento de um novo álbum com a preparação de ator, que lhe tomou cerca de 8 horas diárias, durante dois meses. “Se alguém tiver preconceito porque o Daniel é cantor vou defendê-lo muito, porque a dedicação dele é impressionante”, diz a atriz Vanessa Giácomo, que interpreta a professora Juliana no filme.

Ninguém se queixa. Nem mesmo Daniel, assumidamente o que mais se desdobra. Na pele de Diogo, o cantor dá lugar a um vaqueiro de olhar profundo e falas curtas. Coisas aprendidas na preparação de ator e dignas do elogio do veterano José de Abreu, que vive o vilão Major Batista no longa. À vontade na pele de coronéis, Abreu diz que esse é especial, graças à sua relação emotiva com a música que dá nome ao filme. Natural de Santa Rita do Passa Quatro, interior, conta, com lágrimas nos olhos, que ele próprio foi o menino da porteira. “Perdi meu pai muito cedo e essa música me leva direto para minha infância.”

A ‘caipirice’ do filme é reforçada ainda pelas suas locações. Além da cidade cenográfica construída no Pólo Cinematográfico de Paulínia (SP), as fazendas próximas a Brotas trazem construções típicas - a escolhida para ser a casa do Major tem mais de 150 anos. As informações são do Jornal da Tarde

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