Cuba nega assassinatos, desaparecimentos e torturas de jornalistas

Os supostos assassinatos, desaparecimentos e torturas de jornalistas em Cuba são mentiras e calúnias puras propagadas pelos inimigos da revolução, afirmou nesta segunda-feira o jornal oficial Granma.

AFP |

"Durante os 50 anos de Revolução, nenhum jornalista, seja cubano ou de outro país, teve morte violenta em Cuba em razão das suas opiniões", assinalou o Granma, em um extenso artigo dedicado ao assassinato em Havana, em 1958, do jornalista equatoriano Carlos Bastidas.

"São mentiras e calúnias puras propagadas pelos inimigos da Revolução sobre jornalistas assassinados, desaparecidos ou torturados em Cuba", acrescenta o jornal, destacando ainda que a ilha "tem garantido plenamente a integridade física dos jornalistas, diferente do que ocorre em muitos países".

Segundo fontes da oposição cubana, classificada pelo governo como "mercenária" dos Estados Unidos, 26 dos 75 dissidentes condenados na ilha em 2003 a penas de até 28 de prisão trabalhavam como jornalistas independentes no momento da sua detenção.

Vinte deles já foram soltos por motivos de saúde.

Em seu informe anual divulgado em março, a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) condenou a situação de 25 jornalistas que permanecem presos na ilha.

"No mundo, a violência contra os jornalistas não cessou. Nos últimos 25 anos, quase mil colegas na América Latina pagaram com sua vida o exercício do direito de opinar", apontou o Granma.

rd/fb/fp

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