Crítica: Duas peças de Shakespeare para assistir em São Paulo

SÃO PAULO - Quando Nicolau Maquiavel escreveu O Príncipe, fundou as Ciências Políticas e alterou o conceito de homem. Um ser principalmente interesseiro e egoísta que se opunha à idéia de que tinha sido construído à imagem e semelhança de Deus. É claro que a Igreja não gostou, mas não pôde impedir a repercussão desse pensamento em toda a humanidade que se reconheceu, inclusive, sob esse ângulo. São idéias que influenciaram profundamente também os artistas, entre os quais o bardo inglês, William Shakespeare, que concebeu Otelo, peça cujo intuito mais evidente é alertar ao público sobre o fato de que a ingenuidade pode ser santa, como querem os cristãos, porém é um prato cheio para os espertos.

Maria Lúcia Candeias, especial para Aplauso Brasil |

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