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Crítica: A vida se degenera em Cruel , de Deborah Colker

SÃO PAULO - Todos sabem que alguns artistas tornam-se, merecidamente, referências inquestionáveis em suas áreas. Ao seu redor, criam-se campos a partir dos quais se mede a proximidade ou distância de propostas afins. É esse o caso de Deborah Colker. Impossível pensar a dança contemporânea no Brasil ignorando o trabalho da coreógrafa carioca e a companhia que leva seu nome.

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