CPI acompanha caso de suposto padre pedófilo em SP

O vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, senador Romeu Tuma (PTB-SP), esteve em Franca na tarde de hoje para tomar conhecimento das acusações contra um padre de 74 anos. O senador visitou a delegada Graciela David Ambrosio, da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), e o promotor José Lourenço Alves, que atuaram no caso.

iG São Paulo |

O vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, senador Romeu Tuma (PTB-SP), esteve em Franca na tarde de hoje para tomar conhecimento das acusações contra um padre de 74 anos. O senador visitou a delegada Graciela David Ambrosio, da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), e o promotor José Lourenço Alves, que atuaram no caso. O padre foi denunciado por molestar sexualmente garotos entre 12 e 16 anos que tinham vocações para o sacerdócio, em janeiro e fevereiro. Ele nega as acusações.

Tuma disse que ouvirá o sacerdote, mas não citou quando nem o local, pois antes irá ler todo o processo. Ele não descartou possível acareação entre o padre e os meninos. Sete jovens confirmaram à delegada, em março, as denúncias de assédio. O padre está afastado das funções religiosas desde o início das investigações. O caso também foi comunicado formalmente à Nunciatura Apostólica, a embaixada do Vaticano no Brasil.

O juiz da 2ª Vara Criminal de Franca, Wagner Carvalho Lima, aceitou a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) contra o padre no final de abril, por crimes de estupro de vulnerável (no caso de menores de 14 anos) e violência sexual mediante fraude (vítimas maiores de 14 anos). Em caso de condenação, o religioso poderá pegar de 6 a 20 anos de prisão, com pena reduzida à metade por ter mais de 70 anos. Depoimentos à CPI da Pedofilia deverão ocorrer em Brasília.

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