Cotas estimulam discriminação reversa, diz procuradora

BRASÍLIA - Autora do livro ¿Ações afirmativas à brasileira: necessidade ou mito?¿, Roberta Fragoso Kaufmann é uma crítica do sistema de cotas e signatária da Carta dos 113, abaixo-assinado encabeçado por ¿anti-racistas contra as leis raciais¿, entregue aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). No livro, ela faz um estudo comparativo entre as políticas de cotas no Brasil e nos Estados Unidos.

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Procuradora de Justiça no Distrito Federal, Roberta diz que o modelo em discussão não resolve o problema, é inconstitucional e pode deflagrar no País uma discriminação reversa. Para a procuradora, falta um recorte social ao projeto de lei que estabelece a adoção de cotas nas universidades. Essas cotas favorecem que negros ricos entrem na universidade.

Veja a íntegra da entrevista concedida por Roberta Fragoso Kaufmann ao Congresso em Foco

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