A Suprema Corte do Malauí permitiu hoje que a popstar Madonna adote uma menina de 3 anos. A cantora já adotou um menino no país, mas seu pedido para adotar a garota foi originalmente rejeitado em abril, quando uma corte de menor poder afirmou que Madonna não havia passado tempo o suficiente no Malauí.

"Estou extasiada", declarou a cantora em um comunicado, no qual agradeceu a corte. "Minha família e eu queremos compartilhar nossas vidas com ela."

O texto da Suprema Corte afirma que havia apenas duas opções para a menina: "ficar em um orfanato sem o amor de uma família e viver com a possibilidade de desamparo, ou ficar com Madonna, tendo garantia de que receberá amor."

A cantora conheceu a menina em 2006 em um orfanato em Bvumbwe, mesmo ano em que iniciou o processo de adoção de David Banda, que ela conheceu também em um orfanato na região central do Malauí. A mãe da menina era solteira e morreu logo após o parto.

Desde que Madonna mostrou interesse em adotar a garota, surgiu uma disputa entre os parentes maternos, que concordaram com a adoção, e James Kambewa, que afirma ser o pai da criança e querer cuidar dela. Peter Baneti, tio da menina, afirmou que a família aprovou a decisão da corte. "Esperamos que ela se junte à Madonna em breve", disse ele. Os parentes maternos não acreditam que Kambewa seja o pai, e ele reconhece que nunca viu a garota, mas tentou impedir a adoção.

Madonna fundou uma instituição de caridade, a "Raising Malawi", que fornece alimentação, educação e assistência médica para alguns dos mais de 1 milhão de órfãos do Malauí, metade dos quais perdeu um dos pais em consequência da aids.

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