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Corregedor da Câmara diz que quitou dívidas e que castelo está em nome dos filhos

BR5ASÍLIA - O novo corregedor da Câmara, Edmar Moreira (DEM-MG), disse nesta quinta-feira que já quitou todas as dívidas que sua empresa de segurança, a F. Moreira Empresa de Segurança e Vigilância Ltda., sediada em São Paulo, http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/02/05/sinopse+de+imprensa+novo+corregedor+da+camara+e+acusado+de+fraudar+a+previdencia+3848966.htmlsupostamente tem com o INSS. Sem confirmar os números, Edmar apenas falou que é um valor x que já provamos que foi pago.

Severino Motta - Último Segundo/Santafé Idéias |

Edmar ainda alegou que já apresentou à justiça todos os comprovantes de pagamento e aguarda ser chamado para prestar depoimento e "encerrar esta história".

Sobre seu castelo, na zona da Mata Mineira, Edmar, disse que o mesmo não aparece em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral porque, em 1993, foi repassado para seus filhos. "Eu não posso declarar um bem que não me pertence".

AE

Vista aérea do castelo construído em São João do Nepomuceno

O deputado também alegou que toda a documentação sobre a construção do castelo está sendo juntada e vai ser tornada pública. "Tenho tudo lançado no Imposto de Renda e vou tornar público", disse, acrescentando que a obra foi feita entre 1982 e 1990 ¿ antes de se eleger deputado em 1991.

Questionado sobre o valor do imóvel, uma vez que na declaração de bens de seu filho, Leonardo Moreira, à Justiça Eleitoral, em 1996, consta o valor de R$ 3,1 milhões, o deputado disse que o castelo deve valer entre R$ 20 milhões a R$ 25 milhões.

Conselho de Ética

Após defender o fim do Conselho de Ética da Câmara, Edmar voltou atrás nesta quinta-feira e disse que foi mal interpretado. Segundo ele, nunca foi dito que seria preciso extinguir o órgão.

"O que não concordo é com o voto secreto [em processos de cassação] no plenário", alegou.

De acordo com ele, todas as denúncias que surgirem na Câmara devem ser apuradas e em determinados casos serem enviadas para o Conselho. Questionado sobre seu próprio caso, ele disse que seria justo a abertura de um processo, mas que vai se antecipar e provar sua inocência.

"Não vou ensejar isso, vou mostrar todos os documentos [para provar a inocência".

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