(Corrige no 1o parágrafo para 30o andar de um edifício comercial em que a Vale aluga salas, em vez de edifício da companhia) SÃO PAULO (Reuters) - Um caso confirmado de gripe H1N1 num prestador de serviços da Vale levou a mineradora a adotar medidas mais restritivas para 90 pessoas, entre funcionários e prestadores de serviço da companhia, que trabalham em salas alugadas pela empresa no 30o andar de um edifício comercial no centro do Rio de Janeiro.

"Com o intuito de preservar a saúde dos demais empregados e prestadores de serviço, a Vale adotou medidas mais restritivas, solicitando que todas as pessoas que trabalham no 30o andar do Edifício Santos Dumont ou que tiveram contato direto com o profissional procurem o posto de saúde municipal mais próximo à sua residência ou atual hospedagem informando o caso", disse a Vale em nota.

De acordo com a mineradora, nenhuma das 90 pessoas apresentaram sintomas da doença até o momento.

Um consultor que presta serviços para a Vale teve a doença diagnosticada no último dia 19 depois de fazer uma viagem à Argentina. Segundo a companhia, ele passa bem e está em repouso domiciliar.

Nesta segunda-feira, o Ministério da Saúde confirmou mais 25 novos casos da doença, o que leva o total de infectados no país para 240.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a gripe H1N1 já infectou mais de 44.200 pessoas em 100 países, com 180 mortes.

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