CORREÇÃO-Oliver Stone quer britânica no papel de Condoleezza

(Corrige no segundo parágrafo primeiro nome da atriz Thandie) LOS ANGELES (Reuters) - O governo do presidente George W. Bush vai ganhar uma versão cinematográfica pelas mãos do diretor Oliver Stone, que chamou uma atriz britânica para integrar o gabinete do líder norte-americano em seu novo filme W.

Reuters |

O jornal Hollywood Reporter disse que Stone está negociando com a atriz Thandie Newton o papel de Condoleezza Rice, assessora de Segurança Nacional que virou secretária de Estado.

Newton, 35 anos, nasceu na Zâmbia e foi criada na Inglaterra. Ela é a primeira atriz não norte-americana a ser escalada para o elenco da administração Bush. Atualmente, Newton está nos cinemas com a comédia britânica 'Maratona do Amor' ('Run Fat Boy Run').

Enquanto isso, o ator galês Ioan Gruffudd, 34 anos, que já estrelou os filmes 'Quarteto Fantástico' e 'Jornada pela Liberdade', também está em negociações finais para interpretar o primeiro-ministro britânico Tony Blair.

Rice e Blair são os primeiros papéis escolhidos que não fazem parte da família Bush.

Josh Brolin, James Cromwell, Elizabeth Banks e Ellen Burstyn já foram escalados para ser, respectivamente, George W., George pai, a primeira-dama Laura e Barbara Bush.

'W' deve começar a ser filmado em breve. O filme vai tratar dos anos de formação de George W. Bush, seu caminho à Presidência e sua vida dentro da Casa Branca.

De acordo com pessoas que já tiveram acesso ao roteiro de 'W', Rice tem a primeira cena importante do filme, assim como o maior número de cenas relacionadas à guerra no Iraque. Blair também aparece neste tipo de cena.

Stone disse que quer fazer um retrato justo desta figura tão polêmica.

Fontes familiarizadas com o roteiro também disseram que o Bush de Stone se distrai facilmente com questões pessoais, apesar do roteiro também dar um lado mais simpático ao presidente.

Ainda falta decidir quem assumirá os papéis do vice-presidente Dick Cheney, do ex-secretário de Defesa Donald Rumsfeld e do conselheiro Karl Rove.

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