Correção: PF não é polícia política, diz Genro

A nota enviada anteriormente contém um erro. O ministro Tarso Genro não afirmou que a Polícia Federal (PF) terá de investigar o senador Alvaro Dias (PSDB-PR).

Agência Estado |

Ao contrário, o ministro rejeitou a hipótese. O texto foi corrigido e segue novamente:

O Ministro da Justiça, Tarso Genro, disse hoje, em entrevista à Rádio Gaúcha, que se a Polícia Federal (PF) "for transformada em uma polícia política, terá de investigar indicações em abstrato de todos os lados". "Essa é uma característica dos regimes totalitários", disse.

O ministro, que confirmou que a PF investigará somente o vazamento de dados sigilosos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e não quem foi o responsável pelo levantamento dessas informações. Genro fez a afirmação em reação às críticas da oposição, de que a PF não teria isenção para conduzir esse tipo de investigação.

Genro afirmou que se a PF fosse transformada em uma polícia política, ela teria que investigar indicações em abstrato de todos os lados e "teria que fazer uma investigação sobre o senador Alvaro Dias que obteve um documento ilegal e divulgou este documento". No entanto, o ministro rejeitou a hipótese, ressaltando que "esta é uma característica dos regimes totalitários". Ele disse que a polícia deverá investigar um fato criminal: o roubo de informações. "O resto é debate político e assim deve prosseguir."

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