Correção: ex-médico Caron é condenado a 30 anos

A nota enviada anteriormente contém uma imprecisão no título. O ex-médico Denísio Marcelo Caron foi condenado a 30 anos - 29 de prisão e um de detenção em regime aberto -, e não somente a 29 anos.

Agência Estado |

O texto está correto e segue novamente:

Foi condenado a mais 29 anos de prisão, em regime fechado, o ex-médico Denísio Marcelo Caron, de 47 anos, acusado de ter provocado as mortes da universitária Graziela Murta de Oliveira e de Adcélia Martins de Souza, funcionária da Terracap, por complicações provocadas por cirurgias de lipoaspiração feitas em 2002. O ex-médico foi ainda condenado a um ano de detenção, em regime aberto, por exercício ilegal da profissão - sentença que soma 30 anos. Ele poderá recorrer e, enquanto isso, aguardará o resultado em liberdade.

A defesa de Caron havia tentado, sem sucesso, um habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) que cancelaria o julgamento de Caron. O veredicto foi lido na madrugada de hoje na sala do Tribunal do Júri em Taguatinga, no Distrito Federal. A condenação foi para 14 anos e seis meses para cada uma das mortes.

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