Corpos de vítimas de acidente aéreo na Bahia serão identificados por DNA

TRANCOSO - As vítimas do acidente com o avião modelo King Air B350, que caiu em Trancoso, no sul da Bahia, na noite de sexta-feira, terão de ser identificadas por exames de DNA e da arcada dentária. As informações são do Departamento de Polícia Técnica de Salvador.

Redação com agências |

AE
Local do acidente onde avião caiu na Bahia

Local do acidente onde avião caiu na Bahia

Desde o início da manhã deste sábado, uma equipe de peritos criminais da polícia técnico-científica de Porto Seguro está no local do acidente trabalhando na remoção dos corpos.

Segundo a Coordenadoria do Departamento de Polícia Técnica da capital baiana, oito corpos já chegaram à sede do órgão para identificação. Três médicos legistas e uma perita especializada em odontologia trabalham na identificação dos mortos.

Conforme os peritos, não é possível precisar qual o número de passageiros que havia no avião, já que, com impacto da explosão, a aeronave ficou totalmente destruída. No entanto, eles afirmam que, possivelmente, 14 pessoas estavam a bordo. Já os bombeiros afirmam que 11 adultos e quatro crianças estavam no avião.

De acordo com o site Lu Lacerda , entre as vítimas fatais estão o banqueiro Roger Wright, sócio-fundador da Arsenal Investimentos, e sua mulher, Lucila Lins, donos do avião.

Isabela, filha de Lucila Lins e enteada de Roger Wright, perdeu, além de sua mãe, sua filha mais nova, Nina, de 3 anos. Os dois filhos e os três  netos de Roger também estavam na aeronave.

Felipe Wright era casado com Helô Alquéres, que também morreu. Ela era filha de José Luiz Alquéres, presidente da Light.

A primeira mulher do banqueiro, Barbara Cecilia Luchsinger Wright, morreu em 1996 no acidente com o Fokker 100 Tam em São Paulo.

O acidente

Divulgação
Pista do hotel tem 1.500 metros
Pista do hotel tem 1.500 metros
A aeronave decolou em Congonhas (SP) às 18h30 e caiu por volta das 21h, ao tentar pousar na pista particular do hotel Terravista Club Med, que tem 1.500 metros e é dedicada exclusivamente ao atendimento de aeronaves executivas.

Testemunhas disseram que o avião, de prefixo PR-MOZ, voava baixo e teria explodido antes de se chocar contra uma árvore e cair nas proximidades da cabeceira da pista de pouso. A área é de mata fechada e difícil acesso.

No momento do acidente chovia forte na região, mas não se sabe se o mau tempo influiu na queda, já que as causas do acidente ainda não estão claras.

(*com informações da EFE e da Agência Estado)

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