morreu na tarde de sexta-feira, aos 72 anos, vítima de complicações cardíacas, em sua residência, no bairro do Leblon, zona sul da cidade. O sepultamento está marcado para as 16 horas, no cemitério São João Batista, em Botafogo." / morreu na tarde de sexta-feira, aos 72 anos, vítima de complicações cardíacas, em sua residência, no bairro do Leblon, zona sul da cidade. O sepultamento está marcado para as 16 horas, no cemitério São João Batista, em Botafogo." /

Corpo do ex-senador Artur da Távola será sepultado no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro - O corpo do jornalista, escritor e ex-senador Artur da Távola, é velado no Palácio Tiradentes, sede da Assembléia Legislativa do Rio. Ele http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/05/09/morre_no_rio_aos_72_anos_jornalista_artur_da_tavola_1304969.html target=_blankmorreu na tarde de sexta-feira, aos 72 anos, vítima de complicações cardíacas, em sua residência, no bairro do Leblon, zona sul da cidade. O sepultamento está marcado para as 16 horas, no cemitério São João Batista, em Botafogo.

Agência Brasil |

AE
Jornalista teve ampla participação política
Carioca, nascido em 1936, Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros adotou o pseudônimo Artur da Távola, uma homenagem ao Rei Artur da Távola Redonda, em 1968, quando a convite de Samuel Wainer, começou a escrever uma coluna sobre televisão no jornal Última Hora.

Na época, Paulo Alberto havia voltado do exílio no Chile. Ele teve cassado seu mandato de deputado estadual  para o qual foi eleito em 1962 pela ditadura militar. Mais tarde, a coluna sobre TV passou a ser publicada no jornal O Globo. Artur da Távola também publicou 23 livros, em sua maioria crônicas e estudos sobre televisão e música..

Paulo Alberto formou-se em Direito, mas logo começou a trabalhar como jornalista. Foi colunista de vários jornais, dirigiu publicações da editora Bloch e manteve programas de música clássica e popular brasileira nas rádios MEC e Senado. Ultimamente, dirigia a Rádio Roquette Pinto, do governo fluminense.

A volta à política foi nos anos 80. Em 1986, ele foi o deputado do PMDB fluminense mais votado para a Assembléia Nacional Constituinte. Durante o processo de elaboração da Constituição, defendeu alterações na legislação reguladora das concessões de canais de TV, para facilitar a criação de emissoras vinculadas à sociedade civil. Deixou o partido para fundar o PSDB, pelo qual foi eleito senador em 1994, cumprindo um mandato de oito anos. Em 2003, foi secretário de Cultura do município do Rio de Janeiro.

O governador Sergio Cabral decretou luto de três dias pela morte do ex-senador. Em nota divulgada pela assessoria de comunicação do governo do Rio, Cabral afirma que Artur da Távola prestou grandes serviços ao jornalismo e à vida pública brasileira. O Rio de Janeiro e o Brasil sentirão saudades de Artur da Távola.

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