Contradições fazem deputados defenderem fim da Abin

BRASÍLIA - O diretor de Contrainteligência da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Paulo Maurício Fortunato, desmentiu, em depoimento à CPI dos Grampos, explicações sobre a participação de agentes da Abin na Operação Satiagraha, da Polícia Federal, dada por depoentes que já passaram pela comissão. O presidente da CPI, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), ficou irritado e sugeriu a extinção da agência.

Carol Pires, Último Segundo/Santafé Idéias |

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É melhor fechar a agência, se se meteram em algo que não sabiam o que estavam fazendo ou passam atestado de idiota ou não sei se devem funcionar. Se isso tudo que foi dito aqui for verdade, tem que se propor a extinção da Abin", afirmou.

Logo no início do depoimento, Fortunato afirmou que a participação de agentes da Abin na Operação Satiagraha foi toda formalizada pela cúpula da agência, inclusive pelo diretor-geral, delegado Paulo Lacerda.

Denúncia publicada pela revista Veja afirma que a Abin grampeou ilegalmente autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Em seguida, a Abin divulgou nota oficial garantindo que a parceria entre Abin e PF era apenas informal.

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