Advogados pediram e Justiça autorizou a realização de exames para verificar estado de saúde do empresário

Nenê Constantino em foto de março deste ano quando ainda era presidente do conselho da Gol
Futura Press
Nenê Constantino em foto de março deste ano quando ainda era presidente do conselho da Gol
O empresário Nenê Constantino, 79, pai de Constantino de Oliveira Júnior, presidente da companhia aérea Gol, deixou o presídio da Papuda, em Brasília, e foi levado para o Hospital do Coração, onde passará por exames. De acordo com a Sub-Secretaria do Sistema Penitenciário do Distrito Federal, caso nenhuma anomalia seja constatada ele deve retornar ao presídio.

Nêne está preso desde a noite de quarta-feira sob acusação de ter encomendado a tentativa de assassinato de seu genro Eduardo Queiroz, em 2008. Ele foi detido enquanto participava de audiência de outro outro processo de assassinato, no qual é réu.

Trata-se da morte do líder comunitário Márcio Leonardo de Sousa Brito. De acordo com informações do Tribuanl de Justiça do DF, consta na denúncia que a motivação do crime foi o fato da vítima morar em uma invasão ao lado de uma de suas empresas. Se recusando a deixar o local, o empresário teria dado ordem para que ele fosse executado.

A defesa de Constantino foi quem pediu à Justiça que o empresário fosse levado ao hospital para exames. O advogado de Nenê ainda deve ingressar com um pedido de liberdade nesta quinta-feira. O argumento a ser usado para colocar o fundador da Gol em liberdade ou em prisão domiciliar pode estar ligado a seu estado de saúde.

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