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Conselho define hoje relator de processo contra Lins

A Mesa Diretora da Assembléia Legislativa do Rio aprovou ontem por unanimidade o relatório do corregedor da Casa, Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB), que recomenda a abertura de processo de cassação contra o deputado estadual Álvaro Lins (PMDB), alvo da operação Segurança S.A.

Agência Estado |

, da Polícia Federal. Lins, preso há duas semanas, mas solto por decisão do plenário da Assembléia, terá cinco dias para apresentar a sua defesa e indicar testemunhas. Hoje o Conselho de Ética se reúne para apreciar o relatório e definir relator para o caso.

Lins, ex-chefe de Polícia Civil do Rio durante o governo de Rosinha Garotinho, defendeu-se ontem pela primeira vez das acusações. Reforçou as críticas à PF feitas anteontem pelo ex-governador Anthony Garotinho (PMDB), também investigado pela polícia e denunciado por formação de quadrilha armada. Lins chamou a corporação de “política” e se disse inocente, atribuindo a ação da PF a uma tentativa de influenciar a disputa interna no PMDB para a definição do candidato à Prefeitura do Rio.

“É uma novela, comédia. Já que inventaram um príncipe e um cardeal, tinha que ter um bobo da corte, que é esse Alexandre Neto”, disse Lins, referindo-se a um delegado que colaborou com a investigação. Príncipe e cardeal são codinomes de listas de propinas apreendidas com bicheiros, que a PF atribui a Lins e Garotinho. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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