Dois dias após ver arquivados os recursos contra sua absolvição no Conselho de Ética, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), defendeu a extinção do colegiado, alegando que os parlamentares não têm a devida isenção para julgar os colegas. Em artigo publicado hoje (21) na Folha de S. Paulo, Sarney compara o Conselho de Ética a um ¿tribunal de exceção¿ e argumenta que os congressistas deveriam ser julgados exclusivamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Muitas vezes, os membros do Conselho de Ética se sentem desconfortáveis tendo de julgar os seus próprios colegas, numa violência à consciência ou às normas jurídicas. Transforma-se num tribunal partidário, em que cada partido tem que usar a norma de ação versus reação, afirma o presidente do Senado, que é articulista do jornal.

Leia tudo no Congresso em Foco

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.