Conselheiro do TCE de MG é investigado pela PF

As investigações da Operação Pasárgada, da Polícia Federal, chegaram aos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Minas (TCE-MG). O ex-servidor Cássio Dehon Rodrigues Fonseca - que era lotado no gabinete do presidente do órgão, Elmo Braz Soares - e o auditor do TCE Édson Antônio Arger foram presos durante a operação.

Agência Estado |

Na segunda fase da operação - batizada de Volta para Pasárgada -, deflagrada no dia 12, a PF investiga a suspeita de participação ou “conivência” de conselheiros num suposto esquema de recebimento de propina em troca da emissão de certidões negativas de eventuais pendências com o órgão. A fraude teria provocado um rombo nos cofres públicos estimado em mais de R$ 200 milhões nos últimos três anos.

Conforme fontes da PF, estão sendo recolhidos indícios de que servidores contratados ou terceirizados emitiam certidões para prefeituras que não possuíam documentos necessários para atender às normas exigidas pela lei. As certidões seriam emitidas para prefeituras ligadas a Paulo Sobrinho de Sá Cruz, apontado como lobista e mentor do suposto esquema.

O foco da investigação é a relação dos servidores com o lobista e o Instituto de Gestão Fiscal (Grupo SIM). A empresa era contratada sem licitação por prefeituras investigadas. Sá Cruz e diretores do Grupo SIM foram presos na última operação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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