Comissão vai apurar se preconceito motivou agressão à porteiro no Rio

RIO DE JANEIRO - RIO DE JANEIRO - A Comissão de Combate às Discriminações e Preconceitos de Raça, Cor, Etnia, Religião e Procedência Nacional da Assembléia Legislativa do Rio vai ouvir nesta quinta-feira, às 13h30, familiares do porteiro Salino Oliveira Rangel, de 59 anos, que foi espancado pelo estudante Gilberto de Almeida Rego Freitas, 30, em uma galeria em Copacabana, zona Sul do Rio, na madrugada do dia 26 de fevereiro deste ano.

Redação |

O porteiro teria impedido o agressor de entrar em uma galeria após o horário de funcionamento da mesma. "Queremos esclarecer a dinâmica desta violência e se ela está associada a alguma discriminação ou preconceito de qualquer natureza. Vamos dar prosseguimento a tudo o que a comissão tem feito até agora, pois queremos identificar que tipos de preconceito têm vitimado os cidadãos que vivem no estado", explicou a presidente da comissão, deputada Beatriz Santos (PRB).

Além dos familiares de Salino, também foram convidados para participar da reunião a delegada titular da 12ª DP (Copacabana), Martha Rocha, responsável pelo caso, e o secretário do Sindicato de Edifícios do Rio de Janeiro, Fernando Barbosa. Hospitalizado desde a agressão, o porteiro não poderá comparecer ao encontro, mas será representado pela filha Carla Simões.

Leia mais sobre: agressão

    Leia tudo sobre: agressão

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG