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Comédia Divã tenta pegar a onda de Se Eu Fosse Você 2

SÃO PAULO ¿ O momento do cinema brasileiro é das comédias. Depois do sucesso sem precedentes de Se Eu Fosse Você 2, que essa semana bateu a marca de 5,8 milhões de espectadores e tornou-se a segunda maior renda no Brasil em todos os tempos (atrás apenas de Titanic), é a vez de outra produção que aposta no humor chegar aos cinemas. É Divã, estrelado por Lilia Cabral, José Mayer e Reynaldo Gianecchini.

Carlos Augusto Gomes |

O longa é baseado num livro de Martha Medeiros, que também já havia virado uma peça de teatro estrelada pela própria Lilia. No teatro, o público já havia sido expressivo: 175 mil pessoas. Nos cinemas, ninguém se arrisca a fazer previsões. "Falar em bilheteria é pretensioso. A gente só imagina que o público vá gostar", afirmou o diretor José Alvarenga Júnior.

Iafa Britz, uma das produtoras do longa, vai um pouco mais longe. "Estamos pegando uma onda do 'Se eu Fosse Você 2'", reconhece. O filme estreia no próximo dia 17, em cerca de 150 salas.

Na história adaptada por Marcelo Saback (que também escreveu o roteiro no teatro), Mercedes é casada há 20 anos e, ao procurar um psicanalista, descobre que não é feliz ao lado do marido (José Mayer). A partir daí, ela questiona sua vida e põe à prova seu poder de sedução. Que, por sinal, está afiadíssimo: no filme, a personagem de Lília seduz os galãs Reynaldo Gianecchini e Cauã Reymond.

A lista de conquistas de Mercedes até rendeu piadas durante a produção do filme. Quem conta é o roteirista Marcelo Saback. "Mayer, Giane e Cauã. Por que ela precisa de terapia mesmo?", brincou.

Com quase 30 anos de carreira, Lilia Cabral encara em "Divã" seu primeiro papel como protagonista no cinema. O mais difícil, conta, foi se desvencilhar da personagem que havia criado no teatro. "Em três anos fazendo a peça, cristalizei muita coisa", explica. Para o filme, ela teve que "encolher" sua atuação. "Nos ensaios, o Alvarenga não parava de dizer 'é cinema, é cinema'", lembra.

Além de interpretar Mercedes, Lilia contribuiu com algumas histórias reais para o roteiro. "A cena da meia ( Mercedes põe uma meia tão apertada para modelar as pernas que, na hora do sexo, não consegue tirar ) aconteceu comigo. Na vida real, foi até um pouco pior: tive que cortar com uma tesourinha", contou.

Assista ao trailer de Divã:

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