Com Lula, Dilma participa de evento com sindicalistas no ABC

Começou por volta das 12h20 deste sábado o evento de Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à presidência, com sindicalistas no Grande ABC, em São Paulo.

iG São Paulo |

AE
Dilma tira fotos

Dilma tira fotos com populares ao chegar a evento no ABC

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou por volta das 12h40 ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. Segundo apuração da reportagem do iG , o atraso foi proposital para não tirar o foco na chegada de Dilma ao evento.

O presidente Lula ainda não discursou, mas os representantes das centrais sindicais que o antecederam fizeram fortes críticas ao PSDB e às administrações tucanas.

Enquanto ressaltaram dados positivos do governo Lula, como o aumento de 53% do salário mínimo e a criação de cerca de 12 milhões de empregos, os discursos de presidentes das entidades sindicais não pouparam as gestões do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do governador José Serra em São Paulo. Na prática, contrariam a afirmação de Dilma Rousseff de que o evento em São Bernardo não teria como objetivo fazer um "contraponto social" ao encontro nacional do PSDB, DEM e PPS em Brasília, que lança hoje Serra como pré-candidato à Presidência.

AE
Lula

Estrategicamente, Lula chegou a evento depois de Dilma


O programa de privatização, a redução do tamanho do Estado e a suposta tentativa de privatizar a Petrobras no governo FHC foram os principais alvos de críticas às administrações tucanas. "Nós, trabalhadores, temos de evitar a retomada do poder pelos tucanos, que tentaram inclusive privatizar a Petrobras", disse o presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Antônio Fernandes dos Santos Neto.

O presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), lembrou da caminhada que as centrais sindicais fizeram a Brasília, no governo FHC, reivindicando um salário mínimo de US$ 100, quando, à época, o mínimo equivalia a um valor pouco acima de US$ 50. Paulinho da Força foi além e disse que o ex-governador tucano "nunca gostou de trabalhador, nunca recebeu trabalhador para negociar e chama a polícia para bater nos trabalhadores". O presidente da Força sublinhou a importância do seu testemunho: "Eu posso dizer isso, porque até há pouco tempo estive do lado de lá."

(*com informações da Agência Estado)

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