Com greve da Guarda Civil, Kassab pode recorrer à PM

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), informou que a Secretaria Estadual de Segurança Pública, por meio da Polícia Militar (PM), ofereceu apoio no caso de eventual necessidade de uso da força policial na capital. ¿Se entendermos que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) não está agindo, vamos pedir a colaboração da Polícia Militar, que se colocou à disposição da Prefeitura.

Agência Estado |

Ontem, no primeiro dia de paralisação da GCM, a fiscalização do comércio ambulante irregular no centro e a ronda escolar ficaram prejudicados. O governo pediu que se decretasse a ilegalidade da greve.

A Lei nº 7.783/1989 determina que em casos de serviços essenciais, como a GCM, deve ser mantido o mínimo do efetivo nos postos de trabalho. De acordo com o presidente do Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos da Cidade de São Paulo (SindGuardas), Carlos Augusto Sousa Silva, a adesão à greve foi de 70% do efetivo escalado para trabalhar no plantão do dia. Segundo ele, 404 servidores deixaram de trabalhar. Mas estamos tendo dificuldades em apurar os números porque alguns responsáveis pelos comandos não estão passando as informações.

Já Kassab afirmou que o número de grevistas é bastante inferior ao que está sendo divulgado e não chega a 10% do total do efetivo. O prefeito também não sinalizou com nenhum possível aumento nem gratificação para a categoria. Eu tenho dito ao longo da semana que existem os momentos adequados e as formas corretas de negociação salarial. Ele voltou a afirmar que a greve é ilegal e vai adotar as medidas cabíveis para responsabilizar os grevistas.

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