CNJ tem 3,6 mil processos pendentes de julgamento

Brasília - O mês de julho começou com aproximadamente 3,6 mil processos pendentes de julgamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). De acordo com o CNJ, a demora na tramitação se deve ao término do mandato de 12 conselheiros nas duas últimas semanas, sem que os novos indicados tenham sido confirmados pelo Senado.

Agência Brasil |

Os três mandatos em vigor são o do presidente do CNJ, ministro Gilmar Mendes, do corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, e do conselheiro Marcelo Nobre.

Para atender à demanda, os ministros Gilmar Mendes e Gilson Dipp se dedicam às audiências, dentro das atribuições dos seus cargos, e o conselheiro Marcelo Nobre analisa todos os pedidos de liminares que ingressam no CNJ.

Até o momento, o Senado confirmou apenas o nome do advogado Marcelo da Costa Pinto Neves para a vaga de conselheiro do CNJ reservada à Casa, em votação no plenário no último dia 17 de junho.

Os outros nomes indicados à espera de confirmação são os do ministro Ives Gandra Martins Filho; dos desembargadores Leomar Barros Amorim, Nelson Tomaz Braga e Milton Augusto de Brito Nobre; dos juízes Paulo de Tarso Tamburini Souza, Morgana de Almeida Richa e Walter Nunes da Silva Júnior; dos advogados José Hélio Chaves de Oliveira e Jefferson Luiz Kraychychyn, do procurador José Adônis Callou de Sá e do promotor Felipe Locke Cavalcanti. Os dois últimos deverão ser reconduzidos após terem cumprido mandatos de conselheiros na última composição.

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