CNJ atualiza dados e mostra que pelo menos 100 juízes têm a vida ameaçada

Alguns tribunais não repassaram os dados e, por isso, o número pode ser maior

Agência Brasil |

Reprodução Facebook
Juíza Patrícia Acioli tinha 47 anos e foi morta quando chegava em sua casa, em Niterói
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou dados atualizados sobre o número de juízes que têm a vida ameaçada no Brasil. Segundo o balanço, feito com base em informações fornecidas pelos tribunais de justiça (TJ's) dos Estados a pedido da Corregedoria Nacional de Justiça, pelo menos 100 magistrados estão nessa situação.

Alguns tribunais não repassaram os dados e, por isso, o número pode ser maior. De acordo com o levantamento, há 69 juízes ameaçados, 13 sujeitos a situações de risco e 42 escoltados.

O CNJ esclarece que muitos se enquadram em duas situações ao mesmo tempo, por exemplo ameaçados com escolta ou em situação de risco com escolta.

Os dados mostram ainda que o Paraná é o estado com o maior número de juízes sob ameaça: 30 no total. Ele é seguido pelo Rio de Janeiro, com 13, e pela Bahia, com dez. Antes da atualização dos dados, o CNJ havia divulgado que o Brasil tem 87 magistrados ameaçados de morte .

Assista ao vídeo sobre o assassinato da juíza:

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Juíza é morta a tiros em Niterói, no Rio

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