GUARULHOS - A policlínica Vila Galvão, na cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, onde a dona de casa Maria Aparecida Eugênio, de 29 anos, morreu na última sexta-feira, foi fechada pela Vigilância Sanitária.

Segundo a Vigilância Sanitária, a clínica funcionava em condições inadequadas. O local possuia apenas alvará para realizar atendimentos clínicos e não cirurgias, como a lipoaspiração a que a dona de casa foi submetida. A Vigilância afirma que a clínica deve readequar suas estruturas para pedir a reabertura.

A assessoria do vereador Unaldo Santos (PSB), da Câmara Municipal de Guarulhos, que é primo da vítima, afirmou que o advogado da família irá entrar com ação pedindo o fechamento definitivo do local.

Na segunda-feira, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp-SP) confirmou que abriu sindicância para apurar se houve algum erro médico na morte de Maria Aparecida.

O caso

Maria Aparecida morreu na tarde de sexta-feira, dia 12, após se submeter a uma microlipoaspiração na clínica de estética localizada na avenida Dona Eugênia Machado da Silva, na Vila Galvão, em Guarulhos.

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP), a Polícia Militar foi chamada e apurou que, minutos após ser levada para a sala de repouso, Maria sofreu um mal súbito. Ela retornou para a sala de cirurgia, mas não resistiu e morreu.

Os médicos disseram à polícia que dona de casa sofreu uma parada cardíada e eles tentaram reanimá-la, mas sem sucesso.

A polícia instaurou inquérito para apurar as responsabilidades pela morte. O caso é investigado no 2º DP de Guarulhos. 

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