Cinesul começa no Rio com homenagens a Cuba e diretor argentino

Rio de Janeiro, 16 jun (EFE).- A 16ª edição do Festival Ibero-americano de Cinema e Vídeo (Cinesul) começou hoje no Rio de Janeiro com uma homenagem ao Instituto Cubano da Arte e Indústria Cinematográfica (ICAIC) e ao diretor argentino Carlos Hugo Christensen, morto em 1999.

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O diretor argentino, que viveu dos anos 50 até sua morte no Brasil, e o cinquentenário do ICAIC, referência para a produção audiovisual na América Latina, devem guiar este festival, que pretende reunir o melhor da produção audiovisual da região ibero-americana.

Na mostra competitiva, serão exibidos até o próximo dia 28 um total de 74 produções, curtas e longas-metragens de ficção e documentários, escolhidas entre as 700 inscritas, com ênfase nas diferentes realidades e na diversidade cultural da América Latina, de Espanha e Portugal.

Entre os primeiros longas-metragens projetados hoje se encontra "El Bosque", obra-prima dos diretores argentinos Pablo Siciliano e Eugenio Lasserre, que foi selecionada para participar de vários festivais ao redor do mundo.

Nas mostras paralelas serão apresentados 150 filmes que reúnem produção das escolas de cinema, além de longas e curtas sobre manifestações religiosas, personalidades da música, do teatro e do cinema e uma programação especial para crianças e jovens.

A música terá um espaço destacado na programação com a mostra "Bossas Musicais", que repassará diversas obras cinematográficas sobre o tema.

Em paralelo, serão realizados seminários, oficinas e encontros entre produtores, distribuidores, projetores e personalidades da produção cinematográfica.

O Cinesul nasceu em 1994 como mostra de cinema dos quatro países do Mercosul, Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Em 2002, ampliou suas fronteiras para incluir o resto da América Latina e, em suas últimas duas edições, abraçou a produção de espanhóis e portugueses.

EFE mp/rr

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