Cine PE começa hoje no Recife com novidades

Embora a mostra competitiva do 12º Cine PE - Festival do Recife comece hoje à noite, no monumental Cine-Teatro Guararapes, o festival já se iniciou no sábado, com uma novidade - a Mostra Pernambuco, com curtas e longas de produção pernambucana, que concorrerão a prêmio próprio. Os curtas foram exibidos sábado e domingo.

Agência Estado |

Os longas serão projetados durante a semana. Mas esta não é a única novidade deste Cine PE. O festival estende-se agora até Porto de Galinhas, onde começa na quarta-feira, com a exibição de filmes à noite, na praça central.

Brasília mantém a tradição de fazer o mais politizado festival do cinema brasileiro. Gramado, que fazia o mais glamouroso, vem mudando o perfil e ainda não firmou a nova imagem 'séria' procurada por seus organizadores (mas ela está-se consolidando). No Recife, o que faz a diferença é o público. Nos 11 anos já decorridos, o festival contabilizou, somente no Cine-Teatro Guararapes, cerca de 250 mil espectadores. Todo ano, o público oscila entre 21 e 25 mil espectadores, num único espaço, o centro de convenções de Olinda que, durante uma semana, se transforma no maior cinema do Brasil, com 2.600 lugares sentados.

O festival vai até domingo, dia 4. Como todo ano, presta algumas homenagens. Em noites diferentes, estarão recebendo seus troféus Calunga de Ouro o produtor Luiz Carlos Barreto e os atores Nelson Xavier e Lucélia Santos. Houve recorde de inscrições na mostra de longas deste ano - 77 filmes. Dois filmes serão exibidos hoje na abertura do 12º Cine PE - a ficção Simples Mortais , de Mauro Giuntini, e Guia Prático, Histórico e Sentimental da Cidade do Recife , documentário de Léo Falcão, uma das quatro obras em digital que compõem o programa, sendo as outras também de caráter documentário - Brizola: Tempos de Luta , de Tabajara Ruas; O Retorno , de Rodolfo Nanni; e Olhar de Cineasta , de César Cavalcanti.

Os demais longas concorrentes de ficção são - Bodas de Papel , de André Sturm; Ouro Negro , de Isa Albuquerque; e Nossa Vida Não Cabe Num Opala , de Reinaldo Pinheiro, o único que não é inédito, já que esteve no recente Cine Ceará. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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